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CARNAVAL 2012

Mangueira 2012 – Samba

Publicado em 04 de outubro de 2011

Samba Enredo de Divulgação Oficial da Escola ( nova versão) para o Carnaval 2012
Atenção: Essa gravação não é a da versão do CD Oficial da LIESA. Ela foi preparada para a Escola distribuir o samba com suas modificações até o lançamento do CD oficial.
Autores: Lequinho, Igor Leal, Junior Fionda e Paulinho de Carvalho
Intérpretes: Luizito, Zé Paulo Sierra, Vadinho e Ciganerey

Ouça a versão divulgada pela Escola com a nova letra:

Salve a tribo dos bambas!
Onde um simples verso se torna canção…
Salve o novo palácio do samba!
O “Doce refúgio” pra inspiração
Debaixo da tamarineira
Oxóssi guerreiro me fez recordar
Um lugar… O meu berço num novo lar
Seguindo com os “pés no chão”
“Raiz” que se tornou religião
Da boêmia, dos antigos carnavais
Não esquecerei jamais!
Firma o batuque, quero sambar… Me leva!
A Surdo Um faz festa!
Esqueça a dor da vida…
Caciqueando na avenida
Sim…
Vi o bloco passando, o nobre rezando e o povo a cantar
Sim…
Era um nó na garganta ver o Bafo da Onça desfilar…
Chora, chegou a hora eu não vou ligar
Minha cultura é arte popular,
Nasceu em Fundo de Quintal…
Sou Imortal e vou dizer
Agonizar não é morrer
Mangueira, fez o meu sonho acontecer…
O povo não perde o prazer de cantar
Por todo universo minha voz ecoou
Respeite quem pôde chegar
Onde a gente chegou!
Vem festejar, na palma da mão
Eu sou o samba, “A voz do morro”!
Não dá pra conter tamanha emoção
Cacique e Mangueira num só coração

Mangueira 2012 – Samba CAMPEÃO!!!

A Estação Primeira de Mangueira elegeu o samba da parceria de Igor Leal, Lequinho, Junior Fionda e Paulinho Carvalho como o hino da verde e rosa para o Carnaval de 2012, quando vai desfilar na Sapucaí com o enredo “Vou festejar! Sou Cacique, sou Mangueira”, de autoria do carnavalesco Cid Carvalho.

Intérprete: Tinga

Salve… A tribo dos bambas
Um “Doce refúgio” de inspiração
Salve… O palácio do sambaOnde um simples verso se torna canção
Debaixo da tamarineira
Um índio guerreiro me fez recordar
Um lugar… O meu berço, num novo lar
Seguindo com os “pés no chão”“Raiz”, que se tornou religião
Da boêmia dos antigos carnavais
Não esquecerei jamais
Firma o batuque que eu quero sambar… ME LEVA!
Já começou… A FESTA!
Esqueça a dor da vida, Caciquiando na avenida
“Sim”… Vi o bloco passando
O nobre rezando, e o povo a cantar
“Sim”… Era um nó na garganta
Ver o Bafo da Onça, a desfilar
“Chora… Chegou à hora eu não vou ligar”
Minha cultura é arte popular
Nasceu em Fundo de Quintal
Sou Imortal e vou dizer agonizar não é morrer
Mangueira… Fez o meu sonho acontecer (hei, hei, hei…)
“O povo não perde o prazer de cantar”
Por todo universo minha voz ecoou
“Respeite quem pôde chegar”
“Onde a agente chegou”

Vêm festejar… Na palma da mão
Eu sou o samba… A voz do morro
Não dá pra conter, tamanha emoção
Cacique e Mangueira num só coração



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Este artigo recebeu 1 comentário

  • valter sides disse:

    samba de primeira qualidade e o balanço então bem malandreado.
    enredo ótimo, quando se fala desses BLOCOS cacique de ramos, bafo da onça e da velha tamarineira.
    excelente!!!
    boa sorte pra estação primeira.


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