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A sétima colocação da Portela pode ter sido o estopim para mudanças

Publicado em 16 de fevereiro de 2013

Por Paloma Savedra

Rio – A sétima colocação da Portela pode ter sido o estopim para mudanças na direção da Águia de Madureira. O clima na Azul e Branca é tenso: criticada por torcedores, agora a gestão do presidente Nilo Figueiredo é alvo de reprimendas de Monarco, da Velha Guarda. Segundo o baluarte — que integrará chapa que disputará o comando da agremiação —, “a Portela está em maus lençóis”. Já Nilo afirma que foi responsável por levantar a escola e criticou as notas dos jurados.
Para Monarco, os rumos da Azul e Branca são preocupantes. Em entrevista a uma rádio, o sambista declarou que “tem gente no comando que não ama a escola e, assim, não pode dar certo”. Ao Dia, o bamba foi conciso: “Não tenho mais o que falar. Todo mundo sabe que a Portela não fez um bom Carnaval. A gente espera melhorar”.
Nilo preferiu evitar polêmica: “Não ouvi isso dele, que pode me procurar a qualquer hora. Agora, dizerem que a Portela não está num bom caminho, não sei o que é. Temos lutado muito para conseguir um resultado melhor. Não entendi as notas baixas. Todos que viram a escola a aplaudiram”.
Monarco vai fazer parte, como presidente de honra, da ‘Portela Verdade’, chapa de oposição na eleição marcada para maio. O candidato a presidente é Serginho Procópio, filho do lendário Osmar do Cavaco e integrante da Velha Guarda Show — apontado pelo próprio Monarco como seu sucessor. O portelense Marcos Falcon, ex-PM e sócio benemérito, será o vice.
Sobre a presença de Monarco na chapa de oposição, Nilo dispara: “É momento de eleição. Cada um está num lado, eu não sei em qual ele está”.

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