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Baqueta Solidário: Oficina de Percussão cria elo entre samba e ações sociais

Publicado em 14 de abril de 2013

Por Rafael Arantes

Rio –  Não é somente dentro da Sapucaí que o samba deixa seu legado. Como prova da grande essência popular do Carnaval, o Baqueta vem apostando numa vertente diferente dos batuques e bailados. Com um cunho totalmente social, a equipe criou o Baqueta Solidário, que consiste em um projeto de realização de ações sociais para ajudar crianças, famílias e instituições necessitadas e completa, neste domingo, seis anos de existência, sendo o primeiro na Cidade Maravilhosa.
Um dos responsáveis pelo desenvolvimento do projeto no Rio de Janeiro, o coordenador Vinícius Ximenes falou um pouco sobre a criação e projeção do grupo, que vem se ganhando um espaço cada vez maior dentro do Carnaval. Confira um pouco da história e dos objetivos do Baqueta Solidário que, inclusive, vem sendo premiado pela iniciativa social.
Como surgiu o Baqueta Solidário?
Foi idealizado em 2011 por Carlos Henrique Benevides, em Fortaleza, o projeto Baqueta Solidário surgiu com o apoio dos alunos Bruno Costa e Renata Leite, com o propósito de convidar algumas pessoas para a realização de ações sociais em instituições, focando no público alvo e na problemática de cada instituição, e teve seu início no Rio de Janeiro em 2012, quando pude colaborar junto ao apoio dos alunos Marcele Muller, José Carlos e Elis Dias e Letícia Muller, dentre outros, com a chegada da Unidade do Baqueta Clube de Ritmistas aqui no Rio.

Como os alunos colaboram com o projeto?
Através do voluntariado. Os alunos do Baqueta realizam de forma voluntária doações que vão desde objetos em geral, alimentação e afins, trabalhando principalmente com o lado sentimental que costuma ser carente nestas pessoas. O carinho, o abraço, o sorriso, a brincadeira, Um gesto e até mesmo um minuto de atenção. Tudo isso é válido.
Como ocorreu o processo de crescimento do Baqueta Solidário?
A nossa intenção foi idealizar as primeiras campanhas, depois, os membros do grupo iriam por si só criando as demandas, assim levariamos o baqueta solidário às instituições e apoiando ações e projetos de cunho social. O projeto existe há quase dois anos em Fortaleza e está prestes a completar o seu 1º ano aqui no Rio. Hoje, já contamos com mais de 100 voluntários envolvidos, onde os próprios membros criam as demandas e as ações a serem desenvolvidas, mobilizando o público com doações e visitas aos locais escolhidos.
Como vocês se organizam aqui no Rio?
Através da nossa base, situada em Vila Valqueire, e contando com o apoio do G.R.E.S União de Jacarepaguá. Procuramos inicialmente atender a demanda da região local e adjacências mas estamos conseguindo uma grande projeção. Diante da consolidação destas ações, o projeto vem atuando em diversas frentes, como asilos, orfanatos, creches que necessitem de apoio, hospitais, centros de tratamentos de dependências químicas e alcoólicas e afins.
Existe alguma norma especial para entrar no projeto?
Não há uma especificação, todos estão livres para participar conosco. Se tivermos que impor regras, elas seriam o modo de atuação com boa vontade e buscando ajudar o próximo, sempre deixar de lado qualquer pensamento de cunho preconceituoso ou discriminatório e sempre buscando estar presente durante os eventos realizados. Recentemente, recebemos uma moção honrosa da Câmara Municipal dos Vereadores do Rio de Janeiro, em reconhecimento às atividades exercidas pelo projeto, é muito gratificante.

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