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Componente da Viradouro mostra que seu lugar é no Grupo Especial

Publicado em 16 de janeiro de 2011

Alberto João e Rodrigo Coutinho
O ensaio foi deles. Na noite de sábado, os componentes da Viradouro foram os grandes personagens na Avenida Marquês de Sapucaí. Com raça e muita vibração, eles mostraram que estão de passagem pelo Grupo de Acesso A, mas que o lugar de direito é no Grupo Especial. Foi um verdadeiro show de alegria, amor pelo pavilhão e o sentimento de querer sambar e cantar sem parar. Erros? Alguns até apareceram, como o som dos microfones dos cantores no carro, o de Leléu estava alto demais e o mesmo exagerou em cacos, e a saída da bateria do segundo recuo, quando a ala à frente avançou e deixou um buraco em frente ao Setor 11 das arquibancadas. Porém, os erros não alteram em nada todo belo espetáculo dos componentes.

No show da Viradouro, a comissão de frente ficou devendo. O premiado coreógrafo Fabio de Mello, que sempre apresenta coreografias espetaculares, não fez nada. Seus integrantes passaram pela pista e não deram nem um gostinho da capacidade do grupo. Pena. Faltou sensibilidade. O ensaio técnico é uma oportunidade de quem não comparece ao desfile oficial de ver como funciona uma comissão de frente. Não é necessário que seja exibida a dança oficial, mas como os coreógrafos são criativos, eles podem criar algo dentro do enredo e que seja apresentado apenas nos dois ensaios técnicos no Sambódromo.

- A única coisa que apresentamos aqui hoje que estará no dia do desfile é a garra dos componentes. Estamos fazendo um trabalho que vai emocionar a todos: quem estiver aqui, assistindo pela TV ou ouvindo no radio vai se emocionar com a Viradouro – afirmou Fabio de Mello.

Já o casal de mestre-sala e porta-bandeira, Robson e Ana Paula, continua como o mesmo padrão de excelência. Aliás, os dois nem mereciam estar no Grupo de Acesso, como a Viradouro, mas é bonito ver que eles estão lá e ensaiam com a mesma seriedade dos anos anteriores. A roupa vermelha deu charme para dupla, que dança com sutileza, a bandeira sempre esticada, como manda o quesito, e para fechar com chave de ouro, os dois ainda comemoram com um beijo digno de cinema.

- Vamos representar a própria Viradouro. Começamos na escola e sabemos o que é representar esse pavilhão. Estamos ensaiando cinco vezes por semana. Tudo para fazer um grande trabalho e conseguir a nota máxima para a Viradouro – disse Robson.

Muito feliz pelo rendimento da bateria, mestre Paulo, que vai estrear no Carnaval 2011, fez bastantes elogios aos seus ritmistas e eles merecem mesmo. Como craque se faz em casa, a Viradouro acertou com a entrada de Pablo. Sangue novo e que mantém o padrão de qualidade e ousadia. No ensaio técnico, a bateria fez paradinhas e coreografia. Dani Bananinha e Patrícia, reinaram à frente dos ritmistas.

- A nota máxima é dez, mas se pudesse dava 11, 12, 13 mil para bateria hoje. Estivemos muito bem. As bossas encaixaram bem e o ritmo também. É uma honra para eu comandar a bateria da Viradouro. Este ano completo vinte desfiles pela escola e estou muito ansioso, não só pelo lado profissional, mas pelo emocional também. A Viradouro é a escola do meu coração – explicou mestre Pablo.



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