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Cris Pereira sobe no palco no show Folião de raça

Publicado em 28 de junho de 2010

Cris Pereira Quintino se envolveu com a música ainda na infância. Brasiliense, filha de pais cariocas, cresceu ouvindo muita MPB e em especial o samba. Em 2000 ela iniciaria a carreira artística como integrante de dois corais, o Coro Sinfônico da UnB e o Cantus Firmus, com quem chegou a gravar um CD. Dois anos depois passou a cantar no grupo Batucada de Bamba.

“No Batucada fiquei até 2005 e gravamos um disco que obteve boa repercussão, mesmo sendo um projeto independente. Deixei o grupo para encarar a carreira solo, com a qual venho desenvolvendo um trabalho que tem por base o chamado samba de raiz, tendo como referência principal Dona Ivone Lara, de quem sigo os passos há bastante tempo”, conta Cris.
Hoje, às 19h, a cantora faz show Folião da raça, pelo projeto Bibliomúsica, na Biblioteca Demonstrativa, tendo em sua companhia a banda formada por Lucas Campos (violão de sete cordas), Pedro Molusco (cavaquinho), Juninho Ferreira (acordeom), Breno Alves e Guto Martins (percussão). Haverá, ainda, a participação especial de Dhi Ribeiro, a homenageada do projeto neste mês.
“Vou aproveitar esse show para mostrar parte do repertório do CD que comecei a gravar com o título de Folião da raça, nome de um samba jazz de Pedro Cariello e Henrique Nepomuceno”, adianta. No roteiro foram incluídos, entre outros, Último desejo (Noel Rosa), Espelho da vida (Dona Ivone Lara), Luz de candeeiro (Roque Ferreira) e um medley com As mariposas, Tiro ao Álvaro e Saudosa maloca (Adoniran Barbosa).
Em duo com Dhi Ribeiro, Cris vai interpretar De mim pra você (Júnior do Cavaco). “Esta é a única música do Manual da mulher, o CD da Dhi de autoria de compositor brasiliense. Na participação no show, ela cantará mais três sambas. Para mim é uma honra tê-la como convidada no Folião de raça. Estivemos juntas no projeto Nós negras, entre 2007 e 2009, e estamos em ótima sintonia. O sucesso que vem obtendo é justíssimo, pois é uma cantora talentosa, uma grande intérprete, com muitos anos de carreira”, elogia.
Para Cris, Folião da raça é uma celebração musical. “É muito importante este encontro de cantoras e músicos tocando e cantando os mestres do samba. Além dos compositores já citados, vamos passear pela obra de Geraldo Pereira, Elton Medeiros, João Nogueira, Carlos Elias e Sérgio Magalhães, os dois últimos radicados na cidade”, afirma. “Nessa transversal do tempo, não vamos esquecer da bossa nova e de alguns dos seus criadores”, acrescenta.
Negritude pura
Dhi Ribeiro conta que conheceu Cris Pereira ao tomar parte do projeto Nós negras, idealizado pela amiga. Ao falar sobre ela, o faz de forma elogiosa: “Cris é militante do movimento em defesa dos direitos no negro, pesquisadora do samba de raiz, estudiosa do assunto e da nossa cultura popular, como um todo. Com seu jeitinho calmo e discreto, tem feito muito pela música em Brasília. Quero vê-la brilhando nacionalmente em breve”.
No show Folião da raça, no qual será homenageada, vai cantar sozinha três músicas. “Vou fazer Cordas de aço (Cartola), Para uso exclusivo da casa, o primeiro sucesso do Manual da mulher, meu disco de estréia, e uma outra que ainda não defini”, adianta.
Folião da raça
Show da cantora Cris Pereira Quintino e banda, com a participação especial de Dhi Ribeiro, hoje, às 19h30, pelo projeto Bibliomúsica, na Biblioteca Demonstrativa (entrequadra 506/507 Sul). Entrada franca. Classificação indicativa livre.



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