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Deputado quer proibir máscaras no Carnaval

Publicado em 16 de fevereiro de 2013

Rio –  A farra dos mascarados no Carnaval pode estar com os dias contados, se for aprovada a proposta de lei nº1946/2013, de autoria do deputado Dionísio Lins (PP).
O texto proibiria o uso de máscaras que impeçam a identificação de seus usuários em eventos de grande concentração de público. Este é o caso de fantasias que encobrem a face, como a popular bate-bola, também conhecida como Clóvis.
Segundo Lins, o acessório faz com que pessoas cometam crimes sem medo de serem identificadas. A ideia ganhou força devido às recentes mortes por brigas entre grupos rivais de bate-bolas no estado. Na segunda-feira de Carnaval, um jovem de 19 anos foi morto com um tiro em uma briga no bairro de Bento Ribeiro, Zona Norte.
“Eles se reúnem, não para curtir o Carnaval, mas para brigar, portando aquele pedaço de pau que machuca e até armas e drogas, que são disfarçadas pela fantasia”, alega o parlamentar, que especula que o projeto seja votado no plenário da Assembleia Legislativa (Alerj), em no máximo 15 dias.

O tenente-coronel André Silva, do 41º BPM (Irajá), diz que já tem a prática de mandar retirar a máscara dos bate-bolas quando sua equipe de inteligência detecta as brigas marcadas pelos grupos.
“Com a lei, ficará mais fácil as pessoas cumprirem a ordem dos policiais sem resistência. Quando mandamos, quem está de má-fé vai embora, mas quem só quer pular Carnaval fica no ambiente sem a máscara, apenas com o resto da fantasia”, conta.
A presidente da Associação de Blocos Sebastiana, Rita Fernandes, considerou “ridícula” a iniciativa. Para ela, uma máscara não garante aos criminosos a segurança do ato: “Quem quer praticar crimes faz com ou sem o acessório”.


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