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Dorina reitera sua devoção ao melhor samba carioca

Publicado em 05 de janeiro de 2011

POR MAURO FERREIRA

Rio – Dorina é fruto dos melhores quintais cariocas. No sétimo título de discografia iniciada em 1996, ‘Brasileirice’, a cantora — nascida em Irajá — reitera sua devoção ao melhor samba cultivado no Rio de Janeiro. Produzido por Marcus Fernando para a gravadora Rob Digital, o CD chega às lojas neste mês de janeiro.
Tributo a Ivone é destaque
Dorina canta samba, como já deixou claro no título de seu primeiro CD. Por mais que ‘Brasileirice’ tenha até uma canção de toque ruralista, ‘Flor Voadeira’, gravada com versos declamados pelo poeta Lucas Dain, o repertório foi colhido nos quintais cariocas onde frutifica o bom pagode. ‘Velha Dor da Madrugada’, por exemplo, é samba de Arlindo Cruz, Franco e Acyr Marques digno de um disco de Beth Carvalho ou Zeca Pagodinho. Assim como ‘Cândidas Neves’, belo samba feito por Zé Renato em parceria com Nei Lopes.
Além de apresentar boas inéditas como o ‘Pagode de Dona Ivone’ (parceria de Roque Ferreira com Mauro Diniz que celebra Ivone Lara e termina com citação de ‘Sonho Meu’ em clima de samba de roda), Dorina garimpa repertório sem obviedade. ‘Toda Minha Verdade’ é jóia de Wilson Moreira que jazia esquecida no baú do Fundo de Quintal, que a gravou em álbum de 1984. Já ‘Dor de Amor’ (Délcio Carvalho e Dedé da Portela) é pérola de LP obscuro lançado em 1983 por Roberto Ribeiro (1940-1996).
Entre dueto com Mart’nália na suingante ‘Soberana’ e ode ao Rio (‘Cantar do Rio’), o disco deixa ótima impressão.



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