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Império: Brigas aumentam crise na escola, que ainda está sem presidente

Publicado em 11 de junho de 2010

POR RAPHAEL AZEVEDO

Rio – A crise no Império Serrano parece não ter fim. Sem presidente desde a renúncia de Humberto Carneiro em maio, a escola vive dias de caos e brigas políticas. Pelo estatuto, o conselho deliberativo teria 30 dias, contados a partir da saída de Humberto, para convocar uma nova eleição. A definição, no entanto, ainda não foi feita porque o conselho exige que as contas da gestão passada sejam aprovadas antes.
Para o candidato Helton Dias, a demora só está atrapalhando a escola. “O artigo 33 do estatuto diz claramente que o conselho tem que fazer a eleição 30 dias depois da renúncia de qualquer presidente. Só que o presidente do conselho e o vice estão demorando a fazer isso porque querem continuar no cargo e atrapalhar a escola. Com isso, o Império continua em crise. Queremos apenas que o estatuto seja cumprido”, critica Helton, de 51 anos, que é neto de Tia Eulália e Sebastião Molequinho, dois dos fundadores da agremiação.



Helton Dias exige que eleição aconteça o quanto antes



“A casa não pode cair em cima de mim”, diz presidente do conselho
Procurado pelo Dia na Folia, o presidente do conselho da verde e branco, Feliciano Francisco, conhecido como Acari, negou que esteja demorando para marcar a eleição, mas confirmou que só dará início ao processo quando as contas forem aprovadas. “A escola está cheia de dívidas e não posso arcar com isso. Não aceito a renúncia do Humberto e como presidente do conselho tenho que fazer a aprovação das contas de 2008 e 2009 antes de qualquer eleição. A casa não pode cair em cima de mim”, rebate o dirigente, que está na escola há 52 anos. “Não quero continuar em cargo nenhum. Quero apenas que os imperianos ajudem a escola”, completa.
Candidata diz que impasse a fez perder R$ 2 milhões em patrocínio




Vera Lúcia também é candidata no Império



Outro nome forte na disputa é o de Vera Lúcia Correa de Souza, 63 anos, atual presidente do departamento feminino. Vera defende que a eleição ocorra agora, mas pede que o mandato seja de três anos e não de um, como prevê o estatuto.

“Espero que a eleição seja para mandato de três anos senão a pessoa que entrar terá dificuldades para concretizar seus projetos. O Império tem muitas dívidas e está sem credibilidade. A escola está numa crise que já dura uns 10 anos e agora virou uma bola de neve”, revela Vera.
Devido ao impasse na diretoria e a demora de Humberto Carneiro para renunciar, a candidata diz que perdeu um patrocínio de R$ 2 milhões para um enredo. “Eu estava trabalhando em cima de um projeto e cheguei a conseguir a promessa da liberação da verba, como só o presidente poderia fechar o negócio. Tenho 54 anos da escola e tenho disposição para levar o Império para o lugar que merece, que é o Grupo Especial. Vou concorrer e sei que tenho chance de vencer”, avisa.

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