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Maíra Freitas, filha de Martinho da Vila, lança 1º CD

Publicado em 24 de abril de 2011

Estariam os membros de uma família de sambistas predestinados ao samba? A trajetória da pianista carioca Maíra Freitas, 25 anos, mostra que não obrigatoriamente. Mas, se um dia, nasce a vontade de flertar com o ritmo, sem pressões externas, tudo bem também. Filha de Martinho da Vila, ela não escapou da música, mas trilhou um caminho diferente ao dos irmãos. Aos 7 anos, começou a aprender a tocar piano. Maíra não se lembra o que a levou a escolher justamente o piano, apenas que pedia para sua mãe que queria fazer aula do instrumento. Entrou em conservatório e, mais tarde, cursou faculdade de piano.

Maíra começou a ter aulas de piano aos 7 anos

Mas ao mesmo tempo em que a música clássica lhe tomava boa parte do dia, o samba estava ali, sempre à espreita. “Ouço samba desde pequena. Ia aos shows do meu pai. Para mim, sempre foi tranquilo transitar nos dois universos”, diz. Em casa, escutava, ainda, muita MPB: Djavan, Chico Buarque, Paulinho da Viola, só para citar alguns nomes. Dessa convivência musical, nasceu seu disco de estreia, Maíra Freitas, recém-lançado pela Biscoito Fino.
Neste trabalho, ela queria que o repertório soasse como uma extensão desse ecletismo. Sempre ao piano, executa alguns clássicos que são de seu gosto, como O Show Tem Que Continuar, Maracatu Nação do Amor e Disritmia – esta última, de autoria de seu pai e com participação dele. Além de tocar piano, Maíra estuda outro instrumento: a voz. “O canto veio há pouco tempo. Sempre cantei, mas em casa, festas, rodas de samba. E sempre fez parte do estudo do piano”, conta a filha de Martinho. “No ano passado, fiz canto coral na faculdade. Meu pai me ouviu cantando e me chamou para participar do último disco dele”.
No caso, a música Último Desejo, do CD Poeta da Cidade – Martinho Canta Noel Rosa, de 2010. Essa participação, em especial, chamou a atenção de Olivia Hime, diretora artística da gravadora, que propôs à pianista um disco só dela. Sua irmã, Mart’nália, foi recrutada para assinar a produção. Além de pianista e cantora, Maíra quis se expor como compositora. E entre músicas de Paulinho da Viola (Só o Tempo), Joyce (Monsieur Binot), Gonzaguinha (Recado) e Chico Buarque (Mambembe), incluiu suas Corselet, Alô? e a instrumental Se Joga. Maíra deve sair em turnê a partir de maio. As informações são do Jornal da Tarde.


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