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Novo álbum costura fragmentos da história de Maria Rita

Publicado em 26 de setembro de 2011

Por Mauro Ferreira
Elo, o quarto CD de Maria Rita, não tem o peso e o status de um disco de carreira. É, antes, o arremate de um ciclo de sucesso na carreira da cantora. Elo reúne gravações inéditas de dez músicas que fizeram parte da história da artista em algum momento, mas que não tinham sido registradas. É um bom disco porque a cantora é ótima e expõe o raro talento vocal em cada interpretação de Elo.

Para fãs do CD Samba Meu (2007), a pedida é começar pela faixa-bônus, Coração em Desalinho, o samba de Monarco e Ratinho que Rita gravou para a abertura da novela Insensato Coração. Afinal, a sonoridade de Elo – urdida com trio de piano (Tiago Costa), baixo (Sylvinho Mazzuca e bateria (Cuca Teixeira) – remete ao som dos dois primeiros CDs da cantora, Maria Rita (2003) e Segundo (2005).
O samba de Maria Rita agora ficou mais ‘cool’, ao menos em Pra Matar meu Coração (Daniel Jobim e Pedro Baby). Já Coração a Batucar (Davi Moraes e Alvinho Lancellotti) é um samba que cai para o lado do samba-jazz.
Intérprete precisa, daquelas que ressaltam na voz o sentido de cada verso que canta, Maria Rita concilia em Elo leveza (Só de Você, música de Rita Lee, já presente em seus primeiros shows) e densidade (A Outra, tema de Marcelo Camelo, compositor recorrente na obra da cantora). Rita é capaz de chamar atenção até em música já batida, como a História de Lily Braun (Chico Buarque e Edu Lobo). Essa maestria vocal redime Elo, a rigor um disco de entressafra.


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