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Quinteto em Branco e Preto completa 15 anos

Publicado em 04 de julho de 2012

Por Luly Zonta

Quinze anos de carreira, um CD novinho em folha intitulado simplesmente “Quinteto”, toda terça tocam no Grazie a Dio, famosa casa da Vila Madalena e foi num bar do Bixiga que este grupo de samba nasceu. Até aí a história pode não ter nada demais, até dar uma olhada na agenda deste fim de semana do Quinteto em Branco e Preto: sábado e domingo eles se apresentam no 46º Festival de Jazz de Montreux, na Suíça.
E detalhe. Não tocam na noite brasileira, mas na programação diversa do maior festival de música do mundo.
Num grupo onde todos cantam, Everson Pessoa (violão), Maurílio de Oliveira (cavaquinho), Magnu Sousá (pandeiro),   Yvison Pessoa (repique de mão) e Vitor Pessoa (surdo) soltam a voz na noite de sábado no Parc Vernex, onde repetem a dose na tarde de domingo e de onde partem para o Petit Palais.
Na apresentação do grupo na página oficial do festival o Quinteto é, segundo a crítica, o melhor grupo de samba brasileiro da atualidade.
A definição é no mínimo intrigante. Afinal, o Rio de Janeiro, que continua lindo e agora é patrimônio da humanidade, é o berço do samba e o Quinteto nasceu no bairro mais italiano da capital paulista.
“Nós somos representantes de uma luta de 50 anos em que fazer samba em São Paulo é fazer samba para o Brasil e isso inclui o Rio”, define Magnu, que com o irmão Maurílio é fundador também do Samba da Vela. Dessa forma, o grupo contempla na sua trajetória todos os estilos do gênero a cada álbum. “Quinteto” só não traz samba enredo, mas tem samba-lamento, de breque, velha guarda, canção, de roda e partido alto.
A trajetória desses instrumentistas cantores e compositores vem amadrinhada por  Beth Carvalho e só neste último álbum conta com as bênçãos e participações de Wilson das Neves, Ney Lopes, Banda Mantiqueira e Dona Ivone Lara.
Sobre o convite para o Festival Magnu aponta que a modernidade com que conseguem fazer o samba dialogar com os outros ritmos e as novas gerações é o grande trunfo do Quinteto.“Apesar de hoje as pessoas comprarem música na internet, o samba tem essa coisa de proximidade, de estar perto.”

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