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Gracyanne Barbosa e Sabrina Sato são destaques no desfile em SP

Publicado em 06 de março de 2011

SÃO PAULO – Sequer a maior torcida e as toneladas de fogos de artifício conseguiram fazer com que a Gaviões da Fiel emplacasse o samba que levou ao Anhembi. Falando do Oriente, com destaque à cidade de Dubai, a escola vinculada ao Corinthians levou para o sambódromo odaliscas, dançarinas do ventre, faraós e baianas usando véus. Ao contrário do ano passado, quando o então craque do clube, Ronaldo, fez a festa do público, dessa vez o desfile foi marcado pela ausência de jogadores do time. Coube ao cartola corintiano Andrez Sanches abrir o desfile, desfilando juntamente com a diretoria.

A escola desfilou já com dia amanhecendo. Com muitos carros e alegorias nas cores prateada e dourada o efeito causou boa impressão. A escola, no entanto, havia prometido um desfile colorido. Num dos carros, edifícios se movimentavam como se estivessem sendo construídos no sambódromo.
Na mesma alegoria, referências à exploração de petróleo na região da Arábia Saudita. A musa da escola, Sabrina Sato, roubou a cena, com pouca roupa e um turbante dourado que insistia em cair da cabeça. A maior parte dos destaques femininos usou pintura no corpo.

A agremiação ainda apresentou a “Dubailândia”, um dos maiores parques de diversões do mundo. Um dos carros alegóricos misturou o maior número de entretenimento que poderia: roda gigante, tobogã, carrossel e crianças brincando na piscina. Na dispersão, assim como acontece em quase todas as escolas, o clima ficou tenso no momento em que os portões seriam fechados. Ainda assim, a escola fechou o desfile no tempo cronometrado.

Brindes e faraós da Império da Casa Verde encerram desfiles no Anhembi
Um brinde com cerveja na Império de Casa Verde encerrou os desfiles do Grupo Especial do carnaval paulistano. Com 3.500 componentes em 27 alas, a escola do tigre pisou no sambódromo já de manhã.

O desfile começou com os tigres, símbolos da escola, incorporando um faraó cervejeiro. A bebida foi celebrada em todos os momentos, como a cerveja do dia a dia, do churrasco, da confraternização.
Gracyanne Barbosa, rainha de bateria da Império há cinco anos, assistiu pela tevê às apresentações das outras escolas. E elegeu Scheila Carvalho a melhor rainha.
– Ela acabou de ter uma filha e está linda, com samba no pé – disse.
Com uma fantasia que representa a cerveja, a mulher do cantor Belo trouxe a massagista do Rio de Janeiro para prepará-la.
– Fiz massagem modeladora e relaxante. A maratona exige. O que cansa não é sambar, muitas vezes a fantasia é que machuca. Mas na hora do desfile esquecemos tudo – fala a morena.



Gracyanne Barbosa



O mestre-sala japonês Tsubasa Myoshi, 30 anos, ao lado da porta-bandeira Kátia Cristina da Silva, chamou a atenção. Há cinco anos na escola de samba, ele vem do Japão anualmente para o Carnaval. As baianas fizeram um tributo à Camisa Verde e Branco.
A Camisa Verde e Branco, madrinha da Império, caçula do Grupo Especial, foi homenageada no último carro.
– Há 20 anos, o enredo da Camisa foi cerveja – conta Júnior Marques, presidente da escola.
E para quem gosta de ver as inovações do tigre, no último carro, ele pediu a saideira.


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