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São Clemente abre o desfile do especial com belo espetáculo visual

Publicado em 07 de março de 2011

São Clemente homenageia o Rio com belo espetáculo visual
Rio- Primeira escola a desfilar no Grupo Especial, na noite deste domingo, a São Clemente levou para avenida uma homenagem ao Rio de Janeiro, suas belezas e seus principais pontos turísticos. Concebido pelo carnavalesco Fábio Ricardo – que estreou na elite do Carnaval do Rio – o desfile teve como ponto alto o belo conjunto de alegorias e fantasias.
Na parte técnica, no entanto, a escola da Zona Sul apresentou problemas, que começaram na comissão de frente. Pouco antes da chegada ao segundo módulo de julgadores, um dos integrantes que andava sobre uma bicicleta escorregou e caiu. Outra falha foi registrada quando o primeiro casal de mestre sala e porta-bandeira Bira e Jacqueline passava na segunda cabine de jurados, a ala da frente não parou e um enorme buraco se abriu na altura do setor 7, para o desespero do presidente da agremiação, Renato Gomes, que acompanhou tudo.
Apesar do belo trabalho carnavalesco, o que garantiu o melhor desfile dos últimos dez anos no quesito alegorias, a agremiação passou na avenida sem muita vibração. Novato no Grupo Especial, o intérprete Igor Sorriso estreou com o pé direito e comandou o carro de som com maestria, auxiliado por ótimos músicos. O puxador, no entanto, passou por um susto quando o relógio marcava 1h02 quando houve uma falha no som da avenida.


Imperatriz acerta na comissão de frente, mas fica devendo nas alegorias
Segunda escola a se apresentar na noite deste domingo, a Imperatriz Leopoldinense voltou no tempo para contar a história da Medicina. A proposta da escola, no entanto, não foi alcançada com sucesso. Concebidas pelo carnavalesco Max Lopes, as alegorias não primaram pelo bom gosto observado em trabalhos anteriores, daquele que é considerado o Mago das Cores. Já o conjunto de fantasias estava muito bonito, com destaque para a ala das baianas.
O grande momento da passagem da Imperatriz pela avenida foi a atuação da comissão de frente. Idealizada por Alex Neoral, a coreografia inspiradíssima retratou o trabalho feito pelos doutores da alegria. O público aprovou e ovacionou o grupo durante o desfile, o que garantiu um excelente início de apresentação para a Verde e Branco. O jovem casal de mestre sala e porta-bandeira Luiz Phellipe e Rafaela sentiu o peso da estreia e precisará de mais tempo para ficar no ponto. Rafaela, visivelmente nervosa, deixou a bandeira enrolar diante da primeira julgadora do quesito, Beatriz Badejo.
Os componentes da agremiação fizeram sua parte e cantaram o samba-enredo com todo o gás. No carro de som, Dominguinhos do Estácio completou 40 anos de Carnaval em grande estilo. Única a conseguir todas as notas máximas em 2010, a bateria de mestre Marcone mais uma vez arrepiou a Sapucaí com paradinhas criativas e ousadas. A rainha de bateria Luiza Brunet esbanjou simpatia e foi bastante aplaudida. O abre-alas, que representava o curandeirismo africano chegou pegar fogo na concentração e a desacoplar em um momento do desfile, mas a falha logo foi corrigida pelos diretores.

Portela: com muita garra supera os problemas gerados pelo incêndio
Terceira escola a entrar na Avenida neste domingo de Carnaval, a Portela cantou um enredo sobre a história da navegação. A apresentação teve como ponto alto a vibração dos componentes, que superaram os problemas causados pelo incêndio no barracão, com muita garra e samba no pé. Considerando o fato de que não estava sendo julgada oficialmente pelos jurados, a Azul e Branco entrou na Avenida sem o comprometimento esperado. As alegorias, que não foram afetadas pelo incêndio pecaram pelo excesso de falhas de acabamento e comprometeram o visual da escola.


Em seu primeiro ano na Azul e Branco, Roberto Szaniecki, fez o que pôde para mostrar a aventura do homem pelos mares através do tempo. Curiosamente, as fantasias da Portela vieram de forma digna. Nem parecia que a escola perdeu tantos figurinos conforme anunciou na época do incêndio.

Personalidades tradicionais da Azul e Branco, como Paulinho da Viola e Tia Dodô deram brilho à apresentação e foram muito aplaudidas pelo público. O grande destaque foi a atuação da bateria do mestre Nilo Sérgio. Extremamente ensaiada, a Tabajara do Samba, como é conhecida, fez história novamente e arrepiou a Sapucaí com diversas paradinhas. Estreante no posto de Rainha, a atriz Sheron Menezzes cumpriu bem seu papel e interagiu bastante com os ritmistas.


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