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Teresa Cristina e Arlindo Cruz cantam o cotidiano de Noel Rosa

Publicado em 08 de dezembro de 2010

Na semana do centenário do sambista carioca, o Bom Dia Brasil foi tentar descobrir: afinal, de onde vem o feitiço da inspiração?

Um nome que é ao mesmo tempo símbolo de um lugar e de um ritmo: Noel Rosa. Filho do bairro carioca de Vila Isabel, um dos pais fundadores do samba partiu cedo, aos 26 anos. Como herança, deixou canções, centenas delas. Na semana do centenário de Noel, o Bom Dia Brasil foi tentar descobrir: afinal, de onde vem o feitiço da inspiração? Hoje, Arlindo Cruz e Teresa Cristina cantam o cotidiano do poeta da Vila.
Na madrugada de 10 para 11 de dezembro de 1910, nascia um dos maiores compositores populares do Brasil. Era um aluno inteligente, um jovem rebelde e debochado. Em vez de estudar, Noel já saía de casa para andar com músicos e viver a boemia carioca.
Naquela época, Noel já começava a se firmar como um poeta do cotidiano, um cronista da cidade e do país. Para conversar sobre esse aspecto da obra de Noel, o Bom Dia Brasil recebe nos jardins do Museu da República, no Rio de Janeiro, dois grandes bambas: Arlindo Cruz e Teresa Cristina.
“A obra de Noel surpreende pela longevidade. Tudo o que ele fez a gente pode cantar hoje e não é nada datado”, destaca Teresa Cristina.
“Além da longevidade da obra, tem ainda os tipos que ele retratou e as cenas que aconteciam no dia a dia. Como cronista, Noel registrou com muita atenção a todos os modismos da época e à malandragem”, acrescenta Arlindo Cruz.

Na semana do centenário do sambista carioca, o Bom Dia Brasil foi tentar descobrir: afinal, de onde vem o feitiço da inspiração?Um nome que é ao mesmo tempo símbolo de um lugar e de um ritmo: Noel Rosa. Filho do bairro carioca de Vila Isabel, um dos pais fundadores do samba partiu cedo, aos 26 anos. Como herança, deixou canções, centenas delas. Na semana do centenário de Noel, o Bom Dia Brasil foi tentar descobrir: afinal, de onde vem o feitiço da inspiração? Hoje, Arlindo Cruz e Teresa Cristina cantam o cotidiano do poeta da Vila.Na madrugada de 10 para 11 de dezembro de 1910, nascia um dos maiores compositores populares do Brasil. Era um aluno inteligente, um jovem rebelde e debochado. Em vez de estudar, Noel já saía de casa para andar com músicos e viver a boemia carioca.Naquela época, Noel já começava a se firmar como um poeta do cotidiano, um cronista da cidade e do país. Para conversar sobre esse aspecto da obra de Noel, o Bom Dia Brasil recebe nos jardins do Museu da República, no Rio de Janeiro, dois grandes bambas: Arlindo Cruz e Teresa Cristina.“A obra de Noel surpreende pela longevidade. Tudo o que ele fez a gente pode cantar hoje e não é nada datado”, destaca Teresa Cristina.“Além da longevidade da obra, tem ainda os tipos que ele retratou e as cenas que aconteciam no dia a dia. Como cronista, Noel registrou com muita atenção a todos os modismos da época e à malandragem”, acrescenta Arlindo Cruz.


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