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Wilson das Neves lança terceiro CD solo

Publicado em 27 de julho de 2010

Em 1954, o músico carioca Wilson das Neves, hoje com 74 anos, sentou no banco do baterista e do percussionista, para não sair mais. Passou as últimas décadas integrando a cozinha musical de mais de 600 artistas, incluindo Elis Regina, Roberto Carlos, Elza Soares e Chico Buarque.

Passou a experimentar parcerias com outros compositores e abastecer o repertório de cantores em busca de boa música. Até que, em 1996, o velho bamba resolveu assumir, pela primeira vez, a interpretação das próprias canções. Foi sua estreia no disco solo “O Som Sagrado de Wilson das Neves”, lançado pela CID.
Quatorze anos depois – e outro disco nesse meio tempo, o “Brasão de Orfeu” (Acari Records/Biscoito Fino, de 2004) -, Wilson das Neves lança o 3º trabalho autoral, “Pra Gente Fazer Mais Um Samba”.
Ao amigo de 25 anos, Chico Buarque escreveu dedicatória especial na abertura do encarte do CD. “Eu conhecia Wilson das Neves dos discos, reconhecia de cara sua batida, vez por outra o peruava através do vidro de estúdios de gravação. Hoje não subo ao palco sem ele”, elogiou o compositor.
Sobre o fato de encarar o microfone depois de anos a fio fazendo nome como instrumentista, Wilson diz não fazer dessa experiência um bicho de sete cabeças. “Eu nunca tinha cantado antes daquele primeiro álbum, em nenhum lugar. Mas hoje não vejo em cantar uma situação desconfortável”, garante ele. A cadência de sua voz forte e segura aponta que ele realmente está bem-resolvido na função.
No disco “Pra Gente Fazer Mais Um Samba”, Wilson assina com Paulo César Pinheiro boa parte do repertório, incluindo a faixa título, mais “Outono Chegou”, “Folha no Ar”, “Coquetel”, “Quem Espera Nunca Alcança”, “Passarinho de Gaiola” e “Velha Guarda do Império”. “Foi Paulo quem me deu a primeira oportunidade de fazer uma parceria. Eu dizia para ele: ”Tenho umas coisas, queria saber se você quer dar uma olhada”. Ele ficou curioso. Depois, outros começaram a me pedir música”. Sempre na ativa, o instrumentista também se mantém na Orquestra Imperial desde 2003, dividindo o palco com jovens músicos. As informações são do Jornal da Tarde.

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